Diabrete de ferrinhos


Le moi foi ontem colocar aparelho nos dentes. Não correu muito mal, não sinto ainda nenhuma dor extrema, apenas alguma pressão mas não é grave. Sinto sim que me foi construída uma fábrica de alumínio na boca e imagino pequeninos oompa-loompas operários a subirem e descerem dos ferrinhos... Até tem a sua graça... No entanto, deste dia, é esta conversa que me vai ficar na memória.


A diabrete, je, saí do dentista e vai de tacha arreganhada até ao Mr. Diabrete que quando me vê, começa a rir. Muito. Gargalhar até.

Diabrete: Então!? Não fica fofo!??
Mr. Diabrete: (pausa no rir) Fica Fica! Isso agora vai fazer com que pares de ressonar? É que ontem parecias um comboio! (Ri.Muito) 
Diabrete:...
(silêncio)
Mr. Diabrete: Ou agora vai ser ressonar com um apito!??? (Ri. Demasiado) 
Diabrete:....
Mr. Diabrete: Tipo, o vento, a passar nos ferrinhos! Fiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiuuuuuuuuuuuuu Fiiiiiiiiiiiiiuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu.
Diabrete:...


Dia após dia, ele vai ficando mais parecido comigo. É assustador.

"The out is there"

No Ikea. Uma mulher aparentemente japonesa, embora eu continue a achar que nasceu em Ermesinde, sai finalmente do lugar de estacionamento onde queríamos estacionar mas vira para o sentido contrário.

Mr Diabrete: (de cabeça fora da janela a gesticular que nem cartoon) - No No. The out is there!

*um minuto de silêncio

Eu: The out is there?
Mr. Diabrete: Sim, ela ia em sentido contrário!! 
Eu: The out is there? Isso é que língua?
Mr. Diabrete: Japonês. Ela era japonesa. 
Eu: Sabes que vou por isto no blog não sabes?
Mr. Diabrete: Infelizmente, sei. 

Feliz Dia do Livro!

Os pontos altos do meu ano (não necessariamente por esta ordem):

  • A Viagem Medieval de Santa Maria da Feira
  • A Passagem de Ano 
  • O Natal
  • As férias de Verão com o Sr. Diabrete
  • A FEIRA DO LIVRO!
E pois que aqui está ela de novo, mais um ano, com todo o seu esplendor e eu desertinha para lá ir passear as perninhas, acima e abaixo, sem dó nem piedade!  Ainda tenho livros do ano passado que não li mas há um bichinho em mim que quer mais e mais e me obriga a querer vasculhar todas as banquinhas como se não tivesse um único livro em casa.  E aquelas promoções de "leve 3 pague 2" da Leya.... UPA que não me aguento de felicidade! E ainda não lá fui!

Pontos de vista

Ela: Gosto tanto deste conjuntinho.
Ele: É bonito, é...
Ela: Até deve ser fácil de fazer. Basta encontrar umas pulseirinhas tom de rosa coral e um relógio de ouro.
Ele: Dourado, amor! Dourado! Dou.Ra.Do! DOURADO! Qual de ouro..... pffff....ouro...*rebola olhos*
Ela: .........




Este homem mata-me os sonhos com vocábulo!
Eu a imaginar-me ao estilo de Mr. T.....

Happy Earth Day!

Podemos pensar que a nossa casa é onde está o nosso sofá, a nossa televisão, as nossas "coisas"... Na realidade o Mundo, o planeta Terra, é a nossa única casa. Nela nascemos, nela vivemos, nela aprendemos, nela amamos, nela morremos... e dela nos descuidamos. Todas as nossas pequenas acções são importantes. A consciencialização global começa dentro de nós, nas nossas atitudes, nos nossos gestos, nas nossas decisões. E se cuidarmos com amor a nossa verdadeira casa, todos ganhamos....e principalmente, eles ganham! 


Feliz dia da Terra!!










Books worth reading - Revolutionary Road

 

 




















 Sinopse
O primeiro romance de Richard Yates, Revolutionary Road, tornou-se um clássico logo após a sua publicação em 1961. Nele, Yates oferece um retrato definitivo das promessas por cumprir e do desabar do sonho americano. Continua hoje a ser o retrato da sociedade americana. Um casal jovem e promissor, Frank e April Wheeler, vive com os dois filhos num subúrbio próspero de Connecticut, em meados dos anos 50. Porém, a aparência de bem-estar esconde uma frustração terrível resultante da incapacidade de se sentirem felizes e realizados tanto no seu relacionamento como nas respectivas carreiras. Frank está preso num emprego de escritório bem pago mas entediante e April é uma dona de casa frustrada por não ter conseguido seguir uma promissora carreira de actriz. Determinados a identificarem-se como superiores à crescente população suburbana que os rodeia, decidem ir para a França onde estarão mais aptos a desenvolver as suas capacidades artísticas, livres das exigências consumistas da vida numa América capitalista. Contudo, o seu relacionamento deteriora-se num ciclo interminável de brigas, ciúmes e recriminações, o que irá colocar em risco a viagem e os sonhos de auto-realização.

E esta, hein?

E de pensar que criei o grupo no Facebook  para os meus amigos e já lá cantam mais de 200 pessoas! E a maior parte são desconhecidos! E não poderia estar mais satisfeita portanto obrigadinha por me partilharem!