Prato do dia, não temos...
Música, Cinema, Actualidade e os desabafos mais disparatados de sempre
Diabrete de ferrinhos
Le moi foi ontem colocar aparelho nos dentes. Não correu muito mal, não sinto ainda nenhuma dor extrema, apenas alguma pressão mas não é grave. Sinto sim que me foi construída uma fábrica de alumínio na boca e imagino pequeninos oompa-loompas operários a subirem e descerem dos ferrinhos... Até tem a sua graça... No entanto, deste dia, é esta conversa que me vai ficar na memória.
A diabrete, je, saí do dentista e vai de tacha arreganhada até ao Mr. Diabrete que quando me vê, começa a rir. Muito. Gargalhar até.
Diabrete: Então!? Não fica fofo!??
Mr. Diabrete: (pausa no rir) Fica Fica! Isso agora vai fazer com que pares de ressonar? É que ontem parecias um comboio! (Ri.Muito)
Diabrete:...
(silêncio)
Mr. Diabrete: Ou agora vai ser ressonar com um apito!??? (Ri. Demasiado)
Diabrete:....
Mr. Diabrete: Tipo, o vento, a passar nos ferrinhos! Fiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiuuuuuuuuuuuuu Fiiiiiiiiiiiiiuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu.
Diabrete:...
Dia após dia, ele vai ficando mais parecido comigo. É assustador.
It all starts with a hat....
I wish I was...in Florida
"The out is there"
No Ikea. Uma mulher aparentemente japonesa, embora eu continue a achar que nasceu em Ermesinde, sai finalmente do lugar de estacionamento onde queríamos estacionar mas vira para o sentido contrário.
Mr Diabrete: (de cabeça fora da janela a gesticular que nem cartoon) - No No. The out is there!
*um minuto de silêncio
Eu: The out is there?
Mr. Diabrete: Sim, ela ia em sentido contrário!!
Eu: The out is there? Isso é que língua?
Mr. Diabrete: Japonês. Ela era japonesa.
Eu: Sabes que vou por isto no blog não sabes?
Mr. Diabrete: Infelizmente, sei.
Mr Diabrete: (de cabeça fora da janela a gesticular que nem cartoon) - No No. The out is there!
*um minuto de silêncio
Eu: The out is there?
Mr. Diabrete: Sim, ela ia em sentido contrário!!
Eu: The out is there? Isso é que língua?
Mr. Diabrete: Japonês. Ela era japonesa.
Eu: Sabes que vou por isto no blog não sabes?
Mr. Diabrete: Infelizmente, sei.
Feliz Dia do Livro!
Os pontos altos do meu ano (não necessariamente por esta ordem):- A Viagem Medieval de Santa Maria da Feira
- A Passagem de Ano
- O Natal
- As férias de Verão com o Sr. Diabrete
- A FEIRA DO LIVRO!
Pontos de vista
Ela: Gosto tanto deste conjuntinho.Ele: É bonito, é...
Ela: Até deve ser fácil de fazer. Basta encontrar umas pulseirinhas tom de rosa coral e um relógio de ouro.
Ele: Dourado, amor! Dourado! Dou.Ra.Do! DOURADO! Qual de ouro..... pffff....ouro...*rebola olhos*
Ela: .........
Este homem mata-me os sonhos com vocábulo!
Eu a imaginar-me ao estilo de Mr. T.....
Happy Earth Day!
Podemos pensar que a nossa casa é onde está o nosso sofá, a nossa televisão, as nossas "coisas"... Na realidade o Mundo, o planeta Terra, é a nossa única casa. Nela nascemos, nela vivemos, nela aprendemos, nela amamos, nela morremos... e dela nos descuidamos. Todas as nossas pequenas acções são importantes. A consciencialização global começa dentro de nós, nas nossas atitudes, nos nossos gestos, nas nossas decisões. E se cuidarmos com amor a nossa verdadeira casa, todos ganhamos....e principalmente, eles ganham!
Feliz dia da Terra!!
Books worth reading - Revolutionary Road
Sinopse
O primeiro romance de Richard Yates, Revolutionary Road, tornou-se um
clássico logo após a sua publicação em 1961. Nele, Yates oferece um
retrato definitivo das promessas por cumprir e do desabar do sonho
americano. Continua hoje a ser o retrato da sociedade americana.
Um casal jovem e promissor, Frank e April Wheeler, vive com os dois filhos num
subúrbio próspero de Connecticut, em meados dos anos 50. Porém, a aparência
de bem-estar esconde uma frustração terrível resultante da incapacidade de se
sentirem felizes e realizados tanto no seu relacionamento como nas respectivas
carreiras. Frank está preso num emprego de escritório bem pago mas entediante
e April é uma dona de casa frustrada por não ter conseguido seguir uma
promissora carreira de actriz. Determinados a identificarem-se como superiores à
crescente população suburbana que os rodeia, decidem ir para a França onde
estarão mais aptos a desenvolver as suas capacidades artísticas, livres das
exigências consumistas da vida numa América capitalista. Contudo, o seu
relacionamento deteriora-se num ciclo interminável de brigas, ciúmes e
recriminações, o que irá colocar em risco a viagem e os sonhos de auto-realização.
E esta, hein?
E de pensar que criei o grupo no Facebook para os meus amigos e já lá cantam mais de 200 pessoas! E a maior parte são desconhecidos! E não poderia estar mais satisfeita portanto obrigadinha por me partilharem!
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